terça-feira, 24 de julho de 2018

Oh Mother! e Este Blog não está abandonado...


But, com toda a sinceridade do meu coração, essa é a o que 3° tentativa de algo relacionado a escrita + blog, sabe aquele momento que a pergunta "eu deveria estar mesmo insistindo nisso?" bate a sua porta? Bem, ela chegou mais uma vez por aqui e eu sinceramente não sei...para quem exatamente tenho escrito isso e feito essas postagens? E o mais importante, para quê? 

Entre milhões de ideias, o meu amor pela escrita e tudo que envolve esse universo, os exatos 10 rascunhos sobre temas que foram pensando para postagens futuras e a necessidade de não me sentir estranhamente "sozinha" como um pontinho no meio do enorme universo de blogues sobre o tema que tratamos aqui, a pergunta me surgiu. E você percebe que deve reavaliar algumas coisas quando não tem uma responta para esse tipo de pergunta.

O blogue, como a maior parte das coisas que tenho feito na minha vida até aqui é com o intuito de compartilha e aprender, enfim, conhecer pessoas diferentes, ouvir outras experiências, ter novas experiências e sabe evoluir e todo aquele papo meio zen que escondo profundamente eu em meu ser (uma relação de amor e ódio, que não cabe explicar no momento), e nada disso esta acontecendo aqui e nem fora daqui (risos de nervousos). E talvez essa seja uma oportunidade unica! *lê-se o copo meio cheio*  Talvez eu esteja na idade certa para reavaliar as coisa, talvez esse seja o tempo perfeito para isso e eu não posso não fazê-lo. 

"Então você vai desativar?" Não. Como dito na apresentação de blogue existem mais 2 pessoas que havia convidado para estarem por aqui e tals, então se por acaso esse blogue for atualizado nos próximos dias certamente será por uma delas. Outro motivo é que eu prefiro não tomar decisões que eu sei que serão influenciadas por minha emoções, ainda mais quando estão a flor da pele. 

Mas o fato de não ver ninguém por aqui, de não ter um feedback positivo ou negativo que seja, mexeu comigo muito mais dessa vez. Então todos os projetos e ideias e etc, da minha parte estão sendo arquivados. Se alguém ai do outro lado realmente acompanhava o blogue aceite meu pedido de desculpas. Minha vida aqui e fora daqui tem me confrontando sobre isso, enfim, para não virar um desabafo eu encerro por aqui!  

Obviamente minhas leituras continuarão, apesar de estar mais concentrada em livros, e se depois de toda essa reavaliação (quanto tempo isso dura? Não sei, alguém já passou por isso? Pode me dar uma dica? Não? Tudo bem). 

Para não terminar só nisso e tal vou deixar uma recomendação, dessa vez é uma história autoral por motivos de não ter lido nenhuma fanfic nos ultimo dias/ meses (?) e acho que devido a situação seria o mais apropriado. 



Oh Mother! 


Autor (a): _Ribhqah

Capítulos: 4.

Status: Concluída.

Classificação: +16.

Ship: Harringrove. 








Sinopse: A vida continuou dando voltas e voltas, mesmo quando Steve estava pronto para parar. Ele queria que ela tivesse parado também, no momento em que se sentiu amado e encontrou seu tipo de segurança. Ele tinha algo para compartilhar e alguém. Alguém que tinha o tamanho exato para um abraço, as mãos certas para segurar as suas, o tipo de calor que manteria tudo nele aquecido. Seu sol da Califórnia. Mas a vida continuava dando voltas e voltas, cada vez mais rápido. Ela tinha tirado seus pés do chão uma outra vez.
Outra vez estava tudo errado.


O que posso falar sobre a história é que: foi uma ideia para algo pequeno que surgiu durante uma caminhada num bosque, ao som do relincho de unicórnios. Boa leitura.


xo

sábado, 14 de abril de 2018

"Eu vejo erros de português" "Com que frequência?" "Todo tempo"



Inclusive a maioria deles são meus, estão nas minhas histórias, textos, postagens, escritas a mão, nos meus cadernos e etc. 
São erros absurdos? Não, mas já foram. Alguns erros são tão idiotas que me da raiva conseguir encontra-los só quando releio o que foi postado. Outras vezes os erros são uma teimosia do Word, por exemplo, me empolgo digitando que apenas vou e as palavras vão saindo e quando o Word não aceita uma gíria ou algo assim ele corrige para o que considera ser a palavra certa e as vezes eu não noto, mas as vezes sim. Ontem entramos numa batalha meio longa para deixar o nome do meu personagem como Ben e não bem. 

Por isso tenho adotado uma das dicas que postamos aqui no blog. Escrevo a história, ou finalizo ela em 3 meses e duas semanas depois desse prazo releio ela. Notei muita diferença pois depois das duas semanas minha cabeça esta mais arejada para fazer isso. Eu releio e consigo notar coisas que ficariam melhores se colocadas de outra maneira, posso modificar isso com clareza e os erros ortográficos não se escondem de mim! Depois disso minha história esta pronta para ser postada. 

Então esse é assunto de hoje: Erros ortográficos. 

É compreensível que uma história com muitos erros, erros absurdos, que tornam tudo nela mal feito e consequentemente é recebido da mesma forma negativa pelos leitores, seja alvo de duras críticas? Sim, MAS eu quero aqui tocar num outro ponto muito importante, porque foi uma situação que aconteceu comigo e porque eu sinto que alguns escritores/leitores perderam a noção das coisas.

Já aconteceu, por exemplo, de me cobrarem diversas vezes sobre os erros das minhas primeiras histórias, escritas a muito tempo atrás ( 8, 9 e até 10 anos atrás!) mesmo vendo o aviso em maiúsculo nela "EM REVISÃO" que traduzindo fica: essa não é minha escrita atual e você pode encontrar alguns erros por aqui. Por favor, compreenda, estou corrigindo tudo a medida do possível. 

Meu relacionamento com os erros ortográficos são looongos. Basicamente sou a prova viva de que ser apaixonada por literatura não te salva de certas coisas, mas isso tem mudado. Não pelas criticas grosseiras, que nem devem ser chamadas de críticas, que recebi, mas sim porque toda vida estive 100% consciente desse "relacionamento". 


Agora, há necessidade de ser um completo babaca nos comentários de uma história por conta de erros bobos? Não. 

Você pode, por exemplo, alertar o autor dos erros, principalmente se foi algo que ele não percebeu (na maioria das vezes existe um recado nas notas das histórias "desculpe se tiver algum erro, a história ainda não foi betada, mas estarei fazendo em breve") Ou seja, não se desespere, não seja rude com o autor, porque ele tem uma vida pessoal e outros mil e um motivos que podem coincidir com seu amor pela escrita e tomar o tempo que ele gostaria de ter para entregar algo sem erros (:

Caso isso não seja possível, caso um mais trocado pelo mas, por distração do autor,  seja o apocalipse para você, ainda existe a opção de: sair de mansinho. Você pode apenas  retirar a história dos seus favoritos, fechar a aba da história, apagar o histórico do computador e fingir que nunca esteve ali. Qualquer coisa é válida no lugar de um comentário que ira desmotivar o autor. 

Vejo uma cobrança absurda em cima disso, lembrando que estamos falando de erros ortográficos, não de histórias escritas preguiçosamente. Mas enfim, a cobrança é absurda! Prova disso é que já li muitos livros com erros ortográficos, pois é! Um autor com nome, conhecidíssimo e sua editora faz uma dessas na hora de traduzir e publicar o livro. E eu fico pistola? Eu ligo para editora e exijo a troca do meu livro? Eu vou nas redes sociais do autor e digo "Isso é um absurdo, paguei 80 reais no seu livro e ele tem erros de português! Quero meu dinheiro de volta pipipipopopo". Não. Na verdade eu me sinto compreendida, porque é completamente normal. Não estamos insetos de erros, jamais. 

Então se num livro físico os erros podem ser compreendidos, qual a pira com nos, meros mortais escritores amadores?

Relaxa gente, esses erros não vão ficar lá para sempre e quando eles morrerem não vão aparecer de madrugada para puxar o pé de vocês. É isso. 

Muito em breve vamos falar sobre as críticas e afins, porque esse post já esta grande o suficiente e esse tema é importante demais para uma linha ou duas. 

Mil besos, xxx








domingo, 8 de abril de 2018

Have a Break/ Minhas leitura atuais



Oi gente, tudo bom?

Como vocês podem notar essa não é uma postagem de recomendação (não de fanfic hehe). O post de hoje é uma outra história. 

Acabei de finalizar a postagem de uma história que reescrevi ano passado e ainda sinto alguns vestígios dela em mim. Não sei vocês, mas quando eu termino uma história preciso de um tempo para começar outra, ou até mesmo postar outra. Para que elas não fiquem parecidas, não tenham coisas obvias que se assemelhem e não tenham o mesmo ar. 

É a mesma coisa com os livros. Eu realmente leio mais de um livro por vez, geralmente são três, mas as vezes eu abuso da sorte. E na maioria das vezes procuro ler coisas completamente diferentes, mas as vezes também abuso da sorte. Gosto da sensação de  conseguir tranquilamente  acompanhar o ritmo de cada história sem me perder ou confundi-las e a leitura me relaxa bastante. Ainda estou passando pelo vale obscuro onde a maioria das pessoas com quem convivo acham que ler é:
  • uma perca de tempo;
  • inútil;
  • perigoso (no sentido mais real possível da palavra);
  • uma tremenda perca de tempo;
Mas felizmente eu sinto que sobreviverei a isso da melhor maneira possível. É isso. 

Bom, minha leituras atuais são essas: 



De modo geral os três livros são interessantes a sua maneira. A narração é umas das coisas que permitem que as histórias não se confundam, e óbvio o gênero. 


Guerra mundial Z é narrado em primeira pessoa, uma história oral, e particularmente eu gosto da construção da história até onde li. Quando procurei pelo livro me questionei como seria sua escrita  por que a maioria dos livros sobre guerra, ou filmes focam em relações, são romances, etc. Acredito que por estar acostumada a escrever na terceira pessoa não imaginei algo diferente, mas é, muito, e é na mesma proporção muito interessante, justamente por ser uma história oral. Uma história oral é como um documentário. Ela é narrada através da coleta de dados em forma de depoimentos e entrevistas. Imaginaram algo? 

Em algum lugar do passado é considerado um clássico dos cinemas e da literatura estrangeira. Já tinha ouvido falar do filme diversas vezes, meus pais assistiram, meus tios assistiram e todos com quem falei sobre resumiam a história a "um lindo e tocante romance". Não me interessei em procurar pelo filme, mesmo que tenham me dito da fidelidade entre eles e tenha um dos meus atores favoritos da época (Christopher Reeve), mas queria muito ler o livro por motivos de que, romances como este não são muito minha praia, eu quase nunca os leio, quase nunca me interessa, quase. Esse além de ser um clássico me deixou curiosa. 
O lindo dele é que já começa com um "depoimento" tocante do escritor para o escritor e irmão. A história é narrada na primeira pessoa (que eu quase nunca me interesso também), mas não é uma narração rasa como na maioria das vezes acontece e finalmente eu encontrei a diferença entre os romances clássicos e os mais atuais, narrados como esse livro. E pude entender também a questão de tudo ser uma perspectiva. 
Acho que esse livro será meu romance favorito por longos anos pela profundidade da escrita e da história. Ela me intrigou muito inicialmente, pelo romance mesmo (não o gênero, o romance de fato na história) e depois pela perspectiva de olhar para toda a história com os olhos do protagonista. Eu sei que as histórias narradas em primeira pessoa tem esse objetivo, pouquíssimas vezes funcionou para mim (leia-se funcionou com os livros de Dan Brown, mas não com outros como 'Não conte a ninguém' - é história para outra postagem) e mesmo amando os livros do Dan, esse foi o primeiro romance propriamente dito que me deixou com essa sensação de estar 100% na pele do personagem através da narração.  Eu estava tão apaixonada quanto ele, tão curiosa como ele, e meu coração era o coração dele. 

Uma breve história da Filosofia ah, humanas. Uma relação de amor e ódio. Esse livro, assim como a maioria dos livros sobre, são para mim mais como um interesse pessoal de autoconhecimento e amadurecimento. O que eu gosto é das exposições de coisas obvias que na maioria das vezes nos concordados, é a forma como pensamos e agimos, mas precisamos de um livro muito bem escrito e nada maçante que reafirme tudo isso. Algo que seja compartilhado conosco de modo tão simples e acolhedor. O conhecimento/ autoconhecimento. 
São duas coisas muito importantes para mim. Me lembra que não devemos parar nunca de nos conhecer, de conhecer, de se mover. E a leitura para mim também é uma forma de manter tudo isso acontecendo. 

Essas são minhas recomendações de hoje! Espero que gostem (:



"Há sempre algo velado no ato de ler, que só é compreendido por aqueles que se atrevem ao ato" Ribhqah 




terça-feira, 20 de março de 2018

Memórias de Steve:


O Garoto do Norte do País


Sinopse: Steve é um fotógrafo californiano que empenha-se em criar um álbum que fosse diferente e significasse algo para ele. Ele vai para Maine, no norte dos Estados Unidos e lá encontra várias inspirações e conhece vários garotos do norte do país, em especial, James.


Autor (a): Majorbowie


Capítulos:
9.


Status: Concluída.


Classificação: +18


Ship: Stucky.



Bem muito que bem, estou aqui para mais uma lindíssima recomendação. 

Memórias de Steve é um romance doce e dramático na medida certa para os apaixonados por histórias desse ship. A escrita da autora é simples e muito polida. Uma delicia de ler. Os acontecimentos da histórias são leves, e envolvem questões sobre relacionamentos amorosos em amizades ou mais intimas que amizade. Ela também tem um traço meio poético, e coisas que falam entre linhas. 

Memórias de Steve: O garoto do norte do país é um romance para aquecer o coração. 

Não esqueçam de comentar na história viu amores, isso mantem o coração do escritor quetinho e inspirado. 

Confira nossas outras postagens e participem desse Blog conosco!
xo

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Cheguei ao meu limite: e acho que agora compreendo todos os leitores do mundo!!!




Okay, posso estar exagerando, mas acho que realmente compreendo o abandono de leitura de vocês - no caso, leitura de fanfics (ou talvez de livros também). Sigamos em frente.


Já faz algum tempo que tenho me dado conta de dois fatos:

Fato número 1: Não consigo ler apenas uma coisa.

Não consigo! Atualmente estou lendo 4 livros, dois digitais e dois que são físicos. Fora as fanfics (que não são muitas ultimamente) e tentei ler apenas um deles e não consegui!
Fiquei inquieta, acreditam? E não era por saber que não tinha terminado de ler as outras histórias, era só...sei lá, como se faltasse alguma coisa. 
Alguém se identifica?


Fato número 2: Perdi o pique. Acompanhar fanfics me irrita! 

"É oque???" Siiim! Mas não da forma que vocês estão pensando. Amo histórias, independente de serem fanfics ou não. O que tem me tirado a paciência são histórias em andamento.

Não tenho mais o mesmo ânimo para acompanhar, ainda mais com as longuíssimas demoras para atualizar de alguns escritores - deixo aqui todo meu amor para vocês que são assíduos com a atualização de suas histórias. 

Por experiencia própria, eu sei que muita coisa pode acontecer na nossa vida pessoal, que nos impede de postar com frequência. Ainda assim, não consigo acompanhar mais as histórias. Principalmente com longas demoras de 3, 4 as 5 meses! Por que quando o autor resolve aparecer eu já nem lembro mais da história, e tenho 0 vontades de ler tudo novamente só por causa de um capitulo, ainda mais sabendo que a previsão de um novo é só daqui 10 anos haha, sério.

Fora as fanfics que os autores desistem e deletam (não vou nem comentar sobre elas aqui).  

Por isso eu sempre digo, escrevam tudooo antes começar a postar. Quando postei minha primeira fanfic capitulada demorei um ano e meio, mais ou menos, para concluir e me incomodava minha demora para atualizar. Agora imagina quem esta lendo!!
Mas isso é assunto para outro post. 
Alguém se identifica???

Tenho um outro fato, então são 3:

Não consigo abandonar as leituras ruins (isso rola só com livros mesmo). A história pode ser chata, a escrita ruim, um saco e por ai vai eu leio até o fim. Não consigo abandonar, talvez seja para ter certeza que é 100% ruim mesmo.


É isso. 

xo

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

As 20 regras de Stephen King



Contos e histórias de terror/horror/suspense são definitivamente minha paixão e como falar desses gêneros sem citar ele? O queridíssimo e muito bom no que faz Stephen King. 
Não é segredo para ninguém que quando se trata de histórias sinistras e incríveis é dele que sempre lembramos. King definitivamente marcou uma geração com suas histórias e para nossa alegria algumas delas ganharam e vem ganhando adaptações para o cinema. 

Aos amantes do gênero, sim acredite se você escreve esse tipo de história e nunca leu nada desse autor na vida...reveja seus conceitos. 

Salvando alguns pins, encontrei um texto bem interessante sobre regras que o autor segue na hora de escrever, e que podem ser aplicadas para tudo em nossas vidas. Para quem não sabe ele tem uma biografia não autorizada (meu atual sonho de consumo) que foi lançada em 2013, Stephen King — A Biografia: Coração Assombrado. 
Nela, além de curiosidade sobre o autor, existem essas e varias outras dicas sobre o mundo da literatura e principalmente sobre o gênero que ele domina na escrita. O livro concorreu ao prêmio Edgar Allan Poe de melhor biografia. King tem mais de 300 milhões de livros vendidos e mais de 50 prêmios por suas obras. 


A história de vida do autor é simplesmente inspiradora. É uma biografia que recomendo. 


20 regras importantíssimas para escrever, segundo Stephen King:


Primeiro escreva pra você, depois se preocupe com o público

“Quando você escreve uma história, você está contando essa história pra você. Quando você a reescreve, sua principal tarefa é jogar fora tudo que não for a história”.


Não use a voz passiva

“Escritores tímidos gostam da voz passiva pelo mesmo motivo que amantes tímidos gostam de parceiros passivos. A voz passiva é segura. O tímido escreve ‘a reunião acontecerá às sete horas’, porque isso de alguma forma isso lhe diz, ‘Coloque dessa forma e as pessoas acreditarão que você realmente sabe’. Coloque os ombros pra trás, levante o queixo, e faça essa reunião acontecer! Escreva ‘a reunião é às sete’. Pronto! Não se sente melhor?”

Evite advérbios

“O advérbio não é seu amigo. Considere a frase ‘Ele fechou a porta firmemente’. Não é de forma alguma uma frase horrível, me questione a você mesmo se ‘firmemente’ realmente precisa estar lá. E o contexto? E toda a inspiradora (pra não dizer emocionalmente tocante) prosa que veio antes da frase? Não seria isso que deveria nos dizer de que forma ele fechou a porta? E se a prosa precedente realmente diz, não seria ‘firmemente’ uma palavra sobrando? Não seria redundante?”



Evite advérbios, especialmente depois de ‘Ele disse’ e ‘Ela disse’


“Enquanto escrever advérbios é humano, escrever ‘ele disse’ e ‘ela disse’ é divino”


Mas não fique obcecado pela perfeição gramatical
“A linguagem não precisa sempre usar gravata e sapatos amarrados. O objeto da ficção não é a correção gramatical, mas sim fazer o leitor se sentir bem vindo e contar uma história. Fazer ele ou ela esquecer, sempre que possível, que ele ou ela estão lendo uma história”.

A mágica está em você
“Estou convencido de que o medo é a raiz da maior parte das escritas ruins. Dumbo conseguiu voar com a ajuda de uma pena mágica; você pode sentir o desejo de usar um verbo passivo ou um desses péssimos advérbios pelo mesmo motivo. Antes de faze-lo apenas se lembre que o Dumbo não precisava da pena; a mágica estava nele.”


   cena da série "O nevoeiro"

Leia, leia, leia

“Você precisa ler amplamente, refinando e redefinindo constantemente seu próprio trabalho enquanto o faz. Se você não tem tempo para ler, você não tem tempo (ou as ferramentas) para escrever.”


Não se preocupe em fazer outras pessoas felizes

“Ler durante refeições é considerado grosseria em sociedades educadas, mas se você pretende ser bem sucedido como escritor, grosseria deve ser sua penúltima preocupação. A última deve ser uma sociedade educada e o que ela espera. Se você pretende escrever tão verdadeiramente quanto pode, seu dias como membro de uma sociedade estão contados, de todo jeito.”


Desligue a TV

“A maioria dos recintos são equipadas com TV, mas a TV – enquanto se está escrevendo ou em qualquer outro lugar – é realmente a última coisa que um escritor precisa. Se você sente que precisa de um analista político falando com você enquanto escreve, ou um economista ou um comentarista esportivo, então é hora de se questionar sobre o quão sério é seu desejo de escrever. Você tem de estar preparado para se atirar seriamente na interioridade, na direção do mundo da imaginação. E isso quer dizer que os apresentadores de TV precisam ir embora. Ler nos toma tempo, e a TV rouba muito desse tempo.”


    cena do filme "A espera de um milagre"


Você só tem três meses

“A primeira versão de um livro – mesmo um livro longo – não deve demorar mais de três meses para ser escrita, que é a duração de uma estação do ano.”


Existem dois segredos para o sucesso

“Quando me perguntam pelo ‘segredo do meu sucesso’ (uma ideia absurda, mas impossível de ser abandonada), eu às vezes digo que são dois: permanecer fisicamente saudável, e permanecer casado. É uma boa resposta porque faz a pergunta original desaparecer, e porque há certo elemento de verdade nela. A combinação de um corpo saudável e uma relação estável com uma mulher autoconfiante que não tolera besteiras nem minhas nem de ninguém fez a continuidade do meu trabalho possível. E eu acredito que a recíproca é verdadeira: que minha escrita e o prazer que sinto contribuíram para a estabilidade da minha saúde e da minha vida em casa.”

Escreva uma palavra de cada vez

“Um apresentador uma vez me perguntou como eu escrevo. Minha resposta – ‘uma palavra de cada vez’ – o deixou sem resposta. Acho que ele não soube dizer se era ou não uma piada. Não era. No fim, é simples assim. Seja uma página simples ou uma trilogia época como ‘O Senhor dos Anéis’, o trabalho é sempre realizado uma palavra de cada vez”.

    cena do filme "Conte comigo"


Elimine as distrações


“Não deve haver telefone no seu local de escrita, certamente não deve haver TV ou videogame pra você se distrair. Se tiver uma janela, feche as cortinas”.


Atenha-se ao seu estilo


“Ninguém pode imitar a maneira peculiar de um autor de se aproximar de determinado gênero, ainda que possa parecer a coisa mais simples. Pessoas que decidem fazer fortuna escrevendo como outro autor não produzem nada além de imitações pálidas, em sua maioria, porque vocabulário não é a mesma coisa que o sentimento e a verdade compreendida pelo coração e pela mente.”

Procure

“Em uma entrevista eu disse que histórias são como coisas encontradas, como fósseis enterrados no chão, e o entrevistador disse que não acreditava em mim. Eu disse que tudo bem, contanto que ele acreditasse que eu assim acreditava. E acredito. Histórias não são como camisetas ou videogames, são como relíquias, parte de um mundo pré-existente não descoberto. O trabalho do escritor ou da escritora é usar as ferramentas que possuem em sua caixa de ferramentas para retira-las tão intactas quanto possível. Às vezes o fóssil que você encontra é pequeno; uma concha. Às vezes é enorme, um Tiranossauro Rex com suas costelas gigantes e dentes enormes. De qualquer forma, contos ou romances de mil páginas, a técnica de escavação é a mesma.”

    cena da série "IT- A coisa (1990)"


Dê um tempo


“Se você nunca fez isso antes, ler seu próprio livro depois de seis semanas de descanso será uma experiência estranha. É seu, você vai reconhecer como sendo seu, até se lembrará qual a música que estava tocando quando escreveu certo trecho, e ainda assim será como ler o trabalho de outra pessoa, um irmão de alma, talvez. É assim que deve ser, a razão pela qual você deu um tempo. É sempre mais fácil frustrar os desejos de outra pessoa do que os seus próprios.”


Deixe de fora as partes chatas e ‘mate suas queridinhas’

“Sempre que penso em ritmo, eu volto a Elmore Leonard, que explicou isso perfeitamente, dizendo que ele simplesmente deixava de fora as partes chatas. Isso sugere cortar para dar velocidade ao ritmo, e é o que a maioria acaba fazendo.”

A pesquisa não pode eclipsar a história

“Se você precisa realizar uma pesquisa porque partes da sua história lidam com coisas que você sabe pouco ou nada sabe, lembre-se do termo ‘pano de fundo’. É nele que a pesquisa deve estar: tão ao fundo ou como pano de fundo da história quanto possível. Você pode estar arrebatado pelo que aprendeu a respeito da bactéria carnívora, o sistema de esgotos de Nova Iorque ou a inteligência dos cachorrinhos Collie, mas seus leitores provavelmente se importarão mais com seus personagens e sua história.”

   cena do filme "O iluminado"


Você se torna um escritor simplesmente lendo e escrevendo


“Você não precisa de cursos de escrita ou seminários mais do que precisa desse ou daquele livro sobre escrita. Faulkner aprendeu seu estilo enquanto trabalhava nos correios da cidade de Oxford, no Mississippi. Outros autores aprenderam o básico enquanto estavam na marinha, trabalhando em fábricas ou na cadeia. Eu aprendi o mais valioso (e comercial) aspecto do meu trabalho de vida enquanto lavava lençóis de motel e toalhas de mesa de restaurantes em uma lavanderia em Bangor. O melhor aprendizado é ler muito e escrever muito, e as lições mais importantes são as que você ensina a si mesmo.”

Escrever tem a ver com ficar feliz


“Escrever não tem a ver com ganhar dinheiro, ficar famoso, conquistar pessoas, transar ou fazer amigos. No fim, tem a ver com enriquecer a vida dos que lerão seu trabalho, e enriquecer a própria vida também. Tem a ver com se levantar, ficar bem, e terminar. Ficar feliz, ok? Escrever é mágico, é a Água da Vida tanto quanto qualquer outra arte criativa. A água é de graça. Então beba.”


A matéria original vocês encontram clicando aqui. Todos os devidos créditos á Redação Hypeness.


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

A última história que li antes de voltar ao Blog


Weight of Love

Sinopse: Porque Billy realmente quer saber se ele é a combustão para o fogo de Steve Harrington. Quando Billy Hargrove tem um arco de redenção, e Steve realmente descobre como se relacionar com alguém que sempre tem a fúria sobre a superfície da sua pele. 


Autor (a):  “ 泣 ”

Capítulos: 1.

Status: Concluída.

Classificação: +18

Ship: Stilly Harringrove.





Lá estava eu encantada com esse lindo ship que nasceu da Segunda temporada de Stranger Things, vendo fanarts, fazendo plots, quando penso em procurar fanfics sobre eles. Gente, cade toda aquela galera que escreve e ama esses dois??? Foi suado achar uma, mas então me deparei com essa belezinha. 
Gente eu ainda estou meio sem palavras para recomendar essa história, mexeu com meus sentimentos mesmo. Pela canção, pelo plot. Sabe aquele drama que te faz prender a respiração, sem se importar em deixar as lágrimas caírem? Então, é esse. 
Billy mantem a visão que temos dele como se o sentimento que eles compartilham fosse acrescentado ao personagem, sendo assim uma descoberta para ele também. E o Steve mostra uma característica mais sensível que ficou bem evidente na segunda temporada da série. 
A história é lindíssima, muito bem escrita e tem como tema uma música que caiu como uma luva ali. The Black Keys - Weight of Love:




Essa é nossa recomendação de hoje! Confira nossas outras postagens e participe conosco desse blog!! 
Não esqueçam de comentar na história, isso mantem o coração do escritor quentinho e inspirado. 

x♥